"Nunca estamos preparados para o amor. Porque ele exige muitos momentos de ambivalência, de contradições e interpelações sucessivas até que seja mesmo... amor. Todo o amor é, de certo modo, o primeiro. Outra vez! Porque não há nada como nos perdermos em alguém para nos encontrarmos a nós. E dois mundos que se abrem um para o outro são duas comunidades de experiências e duas multidões de pessoas dispostas a ligar-se. Como poderíamos então, diante de uma complexidade tão significativa de apelos, estar preparados para o amor?"
Nenhum comentário:
Postar um comentário