"Sou forte. Meio doce e meio ácida. Em alguns dias acho que sou fraca. E boba. Preciso de um lugar onde enfiar a cara e esconder as lágrimas. Aí penso que não sou tão forte assim e começo a olhar para mim. Sou forte sim, mas também choro. Sou gente. Sou humana. Sou manhosa. Sou assim. Quero que as coisas aconteçam já, logo, de uma vez. Quero que os meus erros não impeçam de continuar a olhar para a frente. E quero continuar a errar, pois já mais serei perfeita (ainda bem!). Tão pouco quero ser comum e normal. Quero ser simplesmente eu. Quero rir, sorrir e chorar. Sentir friozinho na barriga, nó no peito, tremideira nas pernas. Sentir que as coisas funcionam e que tenho que trocar de geito quando insisto em algo que não dá resultado. Quero aprender e, ainda assim, continuar criança. Ficar no sol e sentir o vento gelado no nariz. Quero sentir cheiro de grama cortada e café passado. Cheiro de chuva, de flor, cheiro de vida. Aprecio as coisas simples e quero continuar a descomplicr o que parece complicado. Se der para resolver, vamos lá! Se não dá, deixa para lá. A vida não é complicada nem difícil, tudo depende de como a gente a encara e se impõe. Quero ser eu, com a minha cara azeda e absurdamente açucarada. Não quero saber tudo e nem ser racional. Quero continuar a manter o meu cérebro no lugar onde ele se encontra: meu coração. E essa é a melhor parte de mim."
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
"Sou forte. Meio doce e meio ácida. Em alguns dias acho que sou fraca. E boba. Preciso de um lugar onde enfiar a cara e esconder as lágrimas. Aí penso que não sou tão forte assim e começo a olhar para mim. Sou forte sim, mas também choro. Sou gente. Sou humana. Sou manhosa. Sou assim. Quero que as coisas aconteçam já, logo, de uma vez. Quero que os meus erros não impeçam de continuar a olhar para a frente. E quero continuar a errar, pois já mais serei perfeita (ainda bem!). Tão pouco quero ser comum e normal. Quero ser simplesmente eu. Quero rir, sorrir e chorar. Sentir friozinho na barriga, nó no peito, tremideira nas pernas. Sentir que as coisas funcionam e que tenho que trocar de geito quando insisto em algo que não dá resultado. Quero aprender e, ainda assim, continuar criança. Ficar no sol e sentir o vento gelado no nariz. Quero sentir cheiro de grama cortada e café passado. Cheiro de chuva, de flor, cheiro de vida. Aprecio as coisas simples e quero continuar a descomplicr o que parece complicado. Se der para resolver, vamos lá! Se não dá, deixa para lá. A vida não é complicada nem difícil, tudo depende de como a gente a encara e se impõe. Quero ser eu, com a minha cara azeda e absurdamente açucarada. Não quero saber tudo e nem ser racional. Quero continuar a manter o meu cérebro no lugar onde ele se encontra: meu coração. E essa é a melhor parte de mim."
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